Alzheimer Portugal reivindica criação do estatuto do cuidador informal

Estatuto do Cuidador Informal da pessoa com doença de Alzheimer e outras demências ou patologias neurodegenerativas associadas ao envelhecimento continua a ser reivindicado. Um estatuto que a Alzheimer Portugal considera urgente.

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Dia Mundial do Cuidador, a 5 de novembro
Dia Mundial do Cuidador, a 5 de novembro. Foto: Rosa Pinto/arquivo

Passado mais de um ano da aprovação pela Assembleia da República as famílias continuam a aguardam que o Governo crie o estatuto do Cuidador Informal, mas até agora “não houve qualquer desenvolvimento”, lembrou José Carreira, Presidente da Alzheimer Portugal, e acrescentou: “Os cuidadores informais têm uma grande importância na vida das pessoas com doença de Alzheimer, pois são estes que lidam com as dificuldades que a demência traz e dedicam grande parte do seu tempo a essas pessoas.”

No âmbito do Dia Mundial do Cuidador, que se assinala a 5 de novembro, José Carreira lembra que “com o envelhecimento da população, é preciso que sejam criadas as condições necessárias para que os idosos e as pessoas com dependência fiquem em sua casa e, ao mesmo tempo, possam ser apoiadas”, pelo que com “o estatuto do Cuidador Informal será possível apoiar quem cuida de pessoas dependentes, por exemplo, através da flexibilização do horário de trabalho e de benefícios fiscais.”

De acordo com a Entidade Reguladora da Saúde, indica a Alzheimer Portugal, Portugal é um dos Estados-Membros da União Europeia que possui mais cuidadores informais sem formação e um dos países com maior taxa de cuidados domiciliários informais.

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