Cirurgia Ambulatória reúne 1100 especialistas internacionais no Porto

Mais de 63% das cirurgias são realizadas em ambulatório, correspondendo, em 2017, a mais de 500 mil cirurgias. Uma prática que é debatida no Congresso Internacional, de 27 a 29 de maio, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto.

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Cirurgia Ambulatória reúne 1100 especialistas internacionais no Porto
Cirurgia Ambulatória reúne 1100 especialistas internacionais no Porto. Foto: © Rosa Pinto

A Associação Portuguesa de Cirurgia Ambulatória (APCA) promove no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, de 27 a 29 de maio, o Congresso Internacional de Cirurgia Ambulatória. O congresso é dirigido a médicos de diferentes especialidades, cirurgiões, anestesiologistas, enfermeiros, administradores e gestores hospitalares. Na iniciativa participam ainda Miguel Guimarães, bastonário da Ordem dos Médicos, e Raquel Duarte, Secretária de Estado da Saúde.

O OCDE Health at a Glance 2017 revela que em 2017 foram realizadas em ambulatório “63,2% do total das cirurgias programadas em Portugal, o que representa um total de mais de 500 mil cirurgias” referiu Carlos Magalhães, presidente da APCA.

Para o presidente da APCA “dado o crescente reconhecimento da prática de cirurgia ambulatório, a dinamização de um congresso internacional da área será uma excelente oportunidade para mostrar todo o bom trabalho que se está a fazer na especialidade, quer em Portugal, quer no mundo”.

“Nos últimos anos, a cirurgia portuguesa em regime de ambulatório tem tido um desenvolvimento positivo, tendo como principal fator de sucesso a sua multidisciplinaridade, que envolve diferentes grupos profissionais, assim como garante a segurança e qualidade no tratamento dos doentes”, acrescentou Carlos Magalhães.

O Congresso acolhe perto de 1500 participantes acreditados, entre eles mais de 1100 delegados oriundos de 42 países. O número de intervenções por especialistas de diversas áreas atinge as 160, com temas da atualidade da cirurgia ambulatória, como as novas tendências cirúrgicas, anestésicas, tecnológicas e de gestão.

Carlos Magalhães esclareceu que “o congresso foi acreditado pela UEMS e é apoiado cientificamente por 10 associações e sociedades científicas portuguesas, pela Ordem dos Médicos e pela Universidade do Porto, o que permite um debate sobre o panorama da especialidade bastante completo”.

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