Consórcio português vai desenvolver veículo elétrico

Foi criado o consórcio para o desenvolvimento de um veículo elétrico interativo. O Consórcio envolve o CEiiA, Universidades e várias empresas. Um projeto que se enquadra no âmbito dos laboratórios colaborativos.

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Consórcio português vai desenvolver veículo elétrico
Consórcio português vai desenvolver veículo elétrico. Foto: © TV Europa

Com o objetivo de criar Laboratórios Colaborativos nas áreas aeroespacial e da mobilidade elétrica foi, no dia 22 de julho, estabelecido um protocolo e assinado um contrato de consórcio entre as Universidades do Porto, do Minho, de Évora, de Lisboa, do Instituto Superior Técnico, do CEiiA e as empresas TMG, CeNTItvc, I.M. Inapal Metal, FIBRAUTO, GMVIS, Skysoft, EFACEC ELECTRIC MOBILITY, EXATRONIC, Veniam e IMOBILEMAGIC.

Na mobilidade elétrica, foi assinado um contrato de consórcio específico para o desenvolvimento de um veículo elétrico interativo, entre instituições do ensino superior e diversas empresas.

O Centro para a Excelência e Inovação da Indústria Automóvel (CEiiA), em parceria com várias universidades nacionais, tem estado envolvido no desenvolvimento de equipamentos de elevada complexidade tecnológica, incluindo módulos da aeronave KC-390, da empresa brasileira Embraer.

O CEIIA vai, em conjunto com universidades e empresas, trabalhar no desenvolvimento do veículo elétrico interativo. Manuel Heitor, Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior referiu que o sucesso dos projetos só é possível se as empresas e as universidades trabalharem em conjunto, e que isso levará à criação de emprego qualificado em Portugal.

Referindo-se ao trabalho desenvolvido pelo CEiiA, Manuel Heitor referiu que o Centro possui autonomia que favorece a ligação às instituições de ensino superior e às empresas, mas lembrou que a ligação deve ser feita “num contexto de abertura e diálogo com os vários tipos de setores”.

Os projetos, como o do veículo elétrico interativo, exigem uma colaboração alargada e por isso Manuel Heitor aproveitou para, de uma formar mais geral, referir: “Esperamos a mobilização de atores locais, regionais, nacionais, mas sempre a ambição internacional, porque a criação de valor requer o acesso a mercados internacionais assim como a atração de investimento estrangeiro”.

Para Manuel Heitor o país só pode crescer se crescer a “cooperação entre empresas e o sistema científico”, e inovar a nível europeu e mundial “requer perceber estes arranjos colaborativos”, mas é preciso também formar os jovens portugueses “para empregos que daqui a dez anos não são aqueles que hoje conhecemos”.

Na assinatura dos consórcios esteve presente o Primeiro-ministro, António Costa, o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, o Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral e o Ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, bem como reitores, autarcas e responsáveis por centros de investigação e de empresas.

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