Diretório dos Repositórios Digitais para valorizar produção científica nacional

Instituições de ciência e de cultura envolvidas na criação de um Diretório dos Repositórios Digitais. O objetivo do Governo é constituir um referencial comum de acesso aos repositórios digitais do país nas áreas da ciência e da cultura.

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Repositórios Digitais
Repositórios Digitais- Foto: DR

O Diretório dos Repositórios Digitais (DRD) é uma infraestrutura digital que irá permitir divulgar e estimular a utilização dos repositórios digitais, como ferramentas com grande potencial “para ampliar e democratizar o acesso ao conhecimento, tornar mais global a ciência, a cultura e a língua portuguesa e contribuir para que tenham mais visibilidade e impacto”, indicou o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

O Governo reconhece que “várias instituições de ciência e de cultura têm construído ao longo dos anos repositórios digitais que existem de forma dispersa, sem que tenha sido desenvolvido um esforço coordenado que potencie a sua utilização”, pelo que considera “da maior importância a criação do DRD, alojado em http://repositorios-conhecimento.pt/

O DRD vai permitir identificar e caracterizar os repositórios digitais existentes, contribuir para a sua divulgação e mais fácil acesso aos conteúdos, mas também promover a normalização técnica e as práticas de preservação digital.

Para o Governo o DRD é mais uma ferramenta para a valorização da produção científica nacional, para promoção do conhecimento e criação de condições da sua partilha, bem como para o reforço da responsabilidade cultural e patrimonial associada às áreas governativas da ciência, tecnologia, ensino superior e cultura.

O DRD é mais uma iniciativa do Governo que articula com a adoção de uma política nacional de ciência aberta (http://www.ciencia-aberta.pt/pnca), para a promoção e a difusão da cultura científica e tecnológica e a cooperação internacional, nomeadamente com os países de língua oficial portuguesa.

O Governo tem vindo a promover a língua portuguesa como instrumento de desenvolvimento económico, científico e cultural. Os repositórios digitais de conhecimento são os instrumentos de maior abrangência, de mais rápido impacto e mais democráticos, por serem acessíveis a um maior número de pessoas a partir de qualquer lugar, e eventualmente sem custos, mas para isso os conteúdos devem ser, prioritariamente, em língua portuguesa.

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