Eleições europeias: Desinformação e interferências externas

Comissão Europeia manifesta preocupação com possíveis ações de desinformação, manipulação e interferências externas nas eleições europeias. A Comissão considera que todas as instituições devem envolver-se para garantirem eleições livres e justas.

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Eleições europeias: Desinformação e interferências externas
Eleições europeias: Desinformação e interferências externas. Foto: © Rosa Pinto

A pouco mais de dois meses das eleições europeias, que se realizam de 23 a 26 de maio, sendo que em Portugal o dia de ida às urnas é a 26 de maio, a Comissão Europeia e o Serviço Europeu para a Ação Externa, em coordenação e cooperação com as outras instituições da União Europeia e com os Estados-Membros, começaram a intensificar a sua ação contra a desinformação ou eventuais interferências internas e externas.

Para a Comissão é necessário garantir que as escolhas dos cidadãos europeus estão isentas de manipulação, desinformação ou qualquer interferência dentro ou fora da União Europeia.

Está a ser plenamente implementado o Plano de Ação da União Europeia contra a Desinformação, apresentado pela Comissão e pela Alta Representante em 5 de dezembro de 2018, indicou a Comissão Europeia.

“Em fevereiro de 2019, a Comissão publicou relatórios do Facebook, da Google e do Twitter (signatários do Código de Conduta), abrangendo os progressos realizados no que se refere ao seu compromisso de combater a desinformação”, lembrou a Comissão.

Também em fevereiro de 2019 “a Comissão solicitou às plataformas que acelerassem os seus esforços e que envidassem mais esforços em todos os Estados-Membros para ajudar a garantir a integridade das eleições para o Parlamento Europeu em maio de 2019.”

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