Francisco Veiga é o novo presidente da Escola de Economia e Gestão da UMinho

Francisco Veiga vai presidir à Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, entre 2017 e 2020. O professor catedrático tem-se dedicado, para além do ensino, à investigação nas áreas da economia política e da macroeconomia.

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Francisco Veiga preside à Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho
Francisco Veiga preside à Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho. Foto: DR

O novo presidente da Escola de Economia e Gestão (EEG) da Universidade do Minho (UMinho) é Francisco Veiga. O professor catedrático assume a 31 de outubro o cargo para o triénio 2017/2020, e terá como três vice-presidentes, os docentes Ana Carvalho, Artur Rodrigues e Francisco Carballo Cruz.

Francisco Veiga é natural de Lisboa, licenciado em Relações Internacionais pela UMinho e doutorado em Economia pela Universidade da Carolina do Sul, dos EUA. Para além das atividades docentes é membro do Núcleo de Investigação em Políticas Económicas (NIPE) da academia minhota e do corpo editorial do ‘European Journal of Political Economy’, em 2017 tornou-se no primeiro português a presidir à ‘European Public Choice Society’, que integra membros de mais de 30 países.

Ao longo dos últimos anos Francisco Veiga foi membro do Conselho Geral da Universidade do Minho, coordenador do NIPE, do Departamento de Economia da UMinho, dos cursos de doutoramento, mestrado e licenciatura em Economia e tem vindo a coordenar vários projetos financiados pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia.

No domínio da investigação, Francisco Veiga, tem-se centrado “nas áreas da economia política e da macroeconomia, e é autor de dezenas de artigos publicados em prestigiadas revistas internacionais.”

A EEG da UMinho foi criada 1982, e faz parte das 11 unidades orgânicas de ensino e investigação da Universidade minhota. A EEG é dotada de autonomia pedagógica, científica e administrativa e tem “mais de 2600 estudantes, 120 docentes e 140 investigadores.”

A EEG assegura “o ensino, a investigação e os serviços especializados no âmbito da Economia, da Gestão, da Administração Pública, da Ciência Política, dos Negócios Internacionais e das Relações Internacionais”, com cursos que “respondem às necessidades dos vários setores da atividade económica e do Estado, com programas flexíveis e um ensino de qualidade.”

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