Guia de boas práticas para comunicação social: a violência doméstica e violência contra as mulheres

Comunicação social dispõe já de um guia de boas práticas que abrange a prevenção e combate à violência doméstica e violência contra as mulheres.

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Guia de boas práticas para comunicação social: a violência doméstica e violência contra as mulheres
Guia de boas práticas para comunicação social: a violência doméstica e violência contra as mulheres. Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Monteiro. Foto: © Rosa Pinto/Arquivo

Acaba de ser lançado, hoje, 6 de setembro, um guia de boas práticas para os órgãos de comunicação social referente à prevenção e combate à violência contra as mulheres e violência doméstica.

O guia apresenta uma lista de objetivos que reforçam o papel informativo e capacitador da comunicação social no contexto da prevenção e do combate à violência contra as mulheres e violência doméstica, e é resultado de um trabalho em parceria com os vários grupos e órgãos de comunicação social, com a Entidade Reguladora da Comunicação Social, com o Sindicato dos Jornalistas Portugueses e com especialistas em género e comunicação.

Para a Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Monteiro, citada em comunicado, “a forma como os crimes de violência contra as mulheres e violência doméstica são tratados pelos órgãos de comunicação social é determinante para o modo como estes são entendidos e interpretados pelo público”.

A governante acrescentou: “A frequência com que os incidentes são noticiados, o destaque que lhes é dado, as informações incluídas ou omitidas, as palavras utilizadas para descrever o sucedido – todos estes fatores fazem a diferença na compreensão social da violência”.

O guia é composto por 10 objetivos e vários exemplos concretos de práticas para uma comunicação que proteja as vítimas e explicite que a violência contra as mulheres e violência doméstica é inaceitável.

“A tolerância para com os comportamentos violentos e para com a pessoa agressora é zero e a mensagem que urge veicular é a de total apoio às mulheres e crianças vítimas”, escreve a Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade na introdução do guia, destacando o papel decisivo da comunicação social na compreensão, prevenção e combate a este crime.

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