Médicos internistas pretendem mais estudos sobre a especialidade

Quantos doentes estão internados nos Serviços de Medicina Interna? Quais as suas caraterísticas? Quais as doenças mais frequentes? São questões que os internistas consideram importante conhecer, entre outros dados.

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Médicos internistas pretendem mais estudos sobre a especialidade
Médicos internistas pretendem mais estudos sobre a especialidade. Luís Campos, internista. Foto: DR

No âmbito do 25º Congresso Nacional de Medicina Interna, que tem vindo a decorrer no Centro de Congressos do Algarve, em Vilamoura, foi organizada uma sessão centrada na produção da Medicina Interna, em Portugal, e presidida por Luís Campos, internista com mais de 40 anos de experiência e membro da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna.

“A produção da Medicina Interna carateriza-se pelo levantamento de toda a atividade realizada pelos médicos desta especialidade no contexto hospitalar. Este processo pode ser concretizado através de estudos centrados em áreas de foco da Medicina Interna, como é o caso dos internamentos. Neste caso em concreto, importa tentar saber quantos doentes estão internados nos Serviços de Medicina Interna, quais as suas caraterísticas, quais as doenças mais frequentes, entre outros tópicos”, explicou Luís Campos.

A Medicina Interna não se deve limitar apenas aos internamentos pois “os internistas também têm atividades de consulta, da especialidade ou diferenciada de outro tipo de doença, responsabilidade no atendimento nos Serviços de Urgência, assim como atividades de formação e de investigação”.

Para o especialista, o objetivo desta componente de análise da especialidade “passa por demonstrar a importância do trabalho desenvolvido pelos internistas, assim como representar o seu peso nos doentes tratados nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde.

Os participantes no 25º Congresso Nacional de Medicina Interna puderam hoje debater a Medicina Interna nas universidades. Durante o congresso e a terminar os debates foi atribuído o título de Sócio Honorário a Estevão Pape, coordenador do Núcleo de Estudos da Diabete Mellittus, e feita a entrega de prémios.

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