Moçambique, Zimbabwe e Malawi recebem ajuda de 12 M€ da UE

União Europeia anunciou hoje a atribuição de mais 12 milhões de euros em ajuda a Moçambique, Zimbabwe e Malawi, no seguimento do ciclone Idai que devastou estes países. Milhões de pessoas afetadas necessitam urgentemente de assistência.

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Edifício da Comissão Europeia em Bruxelas
Edifício da Comissão Europeia em Bruxelas. Foto: ©Rosa Pinto

A União Europeia acaba de anunciar um montante adicional de 12 milhões de euros em ajuda humanitária a Moçambique, Zimbabwe e Malawi. Este apoio financeiro vai ajudar as pessoas necessitadas devido ao ciclone Idai e às inundações que se seguiram.

A ajuda humanitária da União Europeia passa, neste caso de emergência, a mais de 15 milhões de euros.

Do montante anunciado hoje, 7 milhões de euros vão beneficiar as vítimas em Moçambique, onde cerca de 1,85 milhões de pessoas necessitam urgentemente de assistência humanitária. Este apoio vai fornecer abrigo, água e saneamento, assistência alimentar humanitária, saúde e apoio psicossocial. O ciclone coincidiu com o período das colheitas do ano, afetando a segurança alimentar nos próximos meses. O acesso a água potável é uma grande preocupação para evitar a disseminação de surtos de doenças.

Para o Zimbabwe vão 4 milhões de euros para proporcionar abrigo, água e saneamento às pessoas afetadas pelas inundações, bem como assistência alimentar. As inundações aumentaram uma crise de segurança alimentar já existente, que foi trazida pela seca e por uma situação económica volátil, e que está a afetar quase 3 milhões de pessoas.

No Malawi, as pessoas necessitadas vão beneficiar de assistência no valor de 1 milhões de euros sob a forma de ajuda alimentar e de apoio para recuperar os seus meios de subsistência. As inundações no Malawi tiveram impacto em 860.000 pessoas, 85.000 das quais perderam as casas e vivem atualmente em acampamentos ou em instalações improvisados.

“Continuamos em solidariedade com as pessoas afetadas pelo ciclone Idai e as inundações em Moçambique, Zimbabwe e Malawi. Ainda há necessidades humanitárias urgentes a serem atendidas e estamos ampliar nossos esforços para que o apoio continue a ser prestado às pessoas necessitadas ”, referiu Christos Stylianides, Comissário para a Ajuda Humanitária e Gestão de Crises da União Europeia.

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