No Aeroporto do Porto pode viajar à nanotecnologia

No Aeroporto do Porto um demonstrador desenvolvido pelo Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia em colaboração com o CeNTI mostra como no futuro vão ser as viagens de avião.

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No Aeroporto do Porto pode viajar à nanotecnologia
No Aeroporto do Porto pode viajar à nanotecnologia

Uma exposição interativa instalada na zona de partidas do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, de 23 a 27 de Julho, permite de uma forma prática mostrar aos passageiros de avião como a nanotecnologia vai mudar a experiência de viagem na aviação comercial, nos próximos anos.

O demonstrador foi desenvolvido numa parceria entre o INL – Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia e o CeNTI – Centro de Nanotecnologia, Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes.

Uma maqueta reproduz a seção central de um avião que incorpora um conjunto de tecnologias desenvolvidas pelo INL, incluindo “impressão de comida em 3D, painéis solares flexíveis, interação por gestos para controlo do sistema multimédia, controlo das luzes da cabina por infravermelhos, carregamento sem fios de dispositivos móveis, revestimentos antibacterianos e ainda embalagens comestíveis, sustentáveis e biodegradáveis para conservação de comida, que eliminam o desperdício e reforçam a segurança alimentar.”

A iniciativa está inserida no Projeto nanotechnorte.PT financiado pelo Programa Norte 2020, e, indicou o INL, “foi pensada para demonstrar de forma prática e simples, o potencial que a nanotecnologia tem de mudar as nossas vidas para melhor e, neste caso, proporcionar uma experiência de viagem aérea mais cómoda, conveniente e segura.”

Para o INL a exposição vai permitir que os passageiros do Aeroporto do Porto se possam “perceber que a nanotecnologia está por detrás de muitas inovações tecnológicas que, muito em breve, vão ser o novo normal.”

“A exposição tem também como objetivo reforçar a importância que a nanotecnologia tem vindo a adquirir na região Norte de Portugal, enquanto território de inovação capaz de integrar novos materiais e tecnologias em diferentes áreas de atividade e cadeias de valor, com vantagens competitivas para a Indústria e produtos com maior qualidade e mais seguros para o consumidor e utilizador final”, indicou ainda o INL.

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