Passagem do ano levou muitos milhares ao Terreiro do Paço

Festa do fim do ano no Terreiro do Paço foi a mais internacional de sempre. Milhares de estrangeiros escolheram Lisboa para a passagem do ano. O sistema de segurança da PSP garantiu o decorrer das festividades.

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Passagem do ano levou muitos milhares ao Terreiro do Paço
Passagem do ano levou muitos milhares ao Terreiro do Paço. Foto: Rosa Pinto

Música e fogo de artifício levaram ao Terreiro do Paço mais de 200 mil pessoas para festejar a passagem do ano. Ainda em dois 2017 atuaram os ‘Marta Ren & The, Groovelvets’ e ‘Os Capitão Fausto’, depois do fogo de artifício no Tejo e sobre os edifícios da Praça, que teve a duração de 12 minutos, a música continuou pela madrugada já do primeiro dia de 2018, com Ana Bacalhau, Ana Deus, Lena d’Água, Luís Portugal, Miguel Ângelo, Rui Pregal da Cunha, Samuel Úria, Viviane e Xana.

A passagem do ano foi festejada no Terreiro do Paço (Praça do Comércio) em muitas línguas. Foram muitos os espanhóis, os asiáticos, os franceses, ingleses, alemães, dos países de leste da europa e brasileiros que encheram a Praça do Comércio, a Avenida das Naus, e todas as ruas da Baixa até ao Rossio.

O acesso à Praça do Comércio foi feito por 8 locais com revista pela polícia para vedar a entrada de alguns objetos, o que não impediu que o fluxo das pessoas se desse com toda a normalidade, verificando-se apenas alguns minutos de espera em algumas entradas.

As garrafas não podiam entrar na Praça e por isso foram muitos os que beberam o ‘champanhe’ antes da meia-noite. Mas hábitos são hábitos e difíceis de contrariar, pelo que, mesmo com um controlo apertado, houve quem brindasse na Praça com muita bebida.

O trânsito foi cortado num perímetro alargado à Praça, e não houve qualquer relato de aumentos de trafego nas zonas da cidade próximas da Baixa. Os avisos feitos pela PSP sobre as limitações de trânsito e o reforço dos transportes públicos: Carris, CP e Metro (a funcionar toda a noite), permitiram uma noite calma no trafego.

Na Praça do Município, uma tenda de primeiros socorros, várias ambulâncias e carros da Policia mantiveram-se a postos para qualquer necessidade. Mas em todos os locais eram visíveis as forças de segurança. Uma presença que permitia atuar em qualquer situação e sobretudo dissuadir determinadas atitudes menos próprias da época festiva.

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