Preço por teste COVID-19 baixa para 65 euros

A partir de 26 de setembro o preço pago pelo Serviço Nacional de Saúde aos laboratórios passa a ser de 65 euros. A baixa do preço deve-se à decida dos custos dos reagentes e dos serviços analíticos.

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Preço por teste COVID-19 baixa para 65 euros
Preço por teste COVID-19 baixa para 65 euros. Foto: © Rosa Pinto

O Ministério da Saúde (MS) indicou que atualizou o preço dos testes pagos pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS) às entidades convencionadas da área da patologia clínica/análises clínicas, para diagnóstico laboratorial do vírus SARS-CoV-2, para 65 euros.

O MS referiu que valor resulta da informação técnica elaborada pelo Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (INSA) e da redução de custos, em particular no que se refere à componente analítica, estando em linha com a evolução dos preços destes testes a nível europeu. O valor definido reflete ainda os custos de contexto dos prestadores convencionados, face à sua capilaridade, e a preocupação com a estabilidade do serviço prestado à comunidade.

A atualização entra em vigor este sábado, no mesmo dia que é renovado por mais um mês o regime excecional aprovado em março, no âmbito das convenções estabelecidas.

O preço definido em março era de 87,95 euros, e refletia as condições internacionais adversas do mercado, designadamente a escassez de reagentes verificada a nível mundial e os consequentes preços. O cenário é hoje diferente, verificando-se uma estabilização dos preços de mercado dos produtos utilizados, nomeadamente nos reagentes.

Nesta alteração dos preços o MS indicou quer foram ouvidas as associações do setor, Associação Nacional de Laboratórios (ANL) e a Associação Portuguesa de Analistas Clínicos (APAC). O Ministério da Saúde indicou também que continua a reconhecer o importante contributo deste setor de atividade no combate à pandemia.

Os dados ainda provisórios da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), indicam que o valor global faturado pelos convencionados em testes de diagnóstico à COVID-19 ascendeu até agosto a 32,2 milhões de euros. Um valor que não inclui os testes adquiridos pelo Estado através de outras áreas setoriais.

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