Projeto sobre hemofilia vence primeiro prémio Bolsas de Cidadania Roche

Associação Portuguesa de Hemofilia e de Outras Coagulopatias Congénitas vence primeiro prémio Bolsas de Cidadania Roche, com o projeto “Ver o futuro”. A Roche premiou seis projetos que beneficiam doentes, com um total de 60.000 euros.

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Projeto sobre hemofilia vence primeiro prémio Bolsas de Cidadania Roche
Projeto sobre hemofilia vence primeiro prémio Bolsas de Cidadania Roche. Foto: DR

As Bolsas de Cidadania Roche, que é uma iniciativa da farmacêutica Roche que reconhece projetos e ideias de associações de doentes e outras Organizações Não Governamentais que promovem a saúde e informação dos doentes, foram atribuídas a seis projetos.

De entre as 42 candidaturas apresentadas à 4ª edição das Bolsas Roche foram selecionados seis projetos vencedores:

1º Prémio, de 20.000 euros, para a Associação Portuguesa de Hemofilia e de Outras Coagulopatias Congénitas, com o projeto “Ver o futuro”. O projeto tem como objetivo criar uma rede de autoapoio, com recurso das novas tecnologias, ajudar jovens com hemofilia entre os 14 e 28 anos, a encarar de forma saudável a sua patologia crónica;

2º Prémio, de 15.000 euros, para a Alzheimer Portugal, com o projeto de campanha para uma mudança social – “Amigos na Demência”. O projeto pretende aumentar a compreensão sobre a demência no País e convidar os portugueses a comprometerem-se ativamente na melhoria do dia-a-dia das Pessoas com Demência;

3º Prémio, de 10.000 euros, para a Associação Desportiva Padel Sem Barreiras como o projeto “Padel Adaptado – Prática Desportiva para TODOS e sem barreiras”. O objetivo é dinamizar a prática de padel a todos os portadoras de deficiência motora e/ou intelectual, promovendo a sua melhoria de qualidade de vida e integração no património mais valioso de uma país, a sociedade;

4º Prémio, de 5.000 euros, para a Associação Portuguesa de doentes de Parkinson com o projeto “PROGRAMA COGWEB MOVE IT”. O objetivo é aplicar um protocolo de intervenção utilizando em simultâneo exercícios cognitivos e motores para doentes de Parkinson;

5º Prémio, de 5.000 euros, para a Fundação Rui Osório de Castro com o projeto “Renovação PIPOP – Portal de Informação Português de Oncologia Pediátrica”. O objetivo é a restruturação do PIPOP, que passa, entre outras, por uma alteração da linguagem de programação e modernização do layout/design geral do portal;

6º Prémio, de 5.000 euros, para a Raríssimas – Associação Nacional de Deficiências Mentais e Raras com o projeto “Corpo e Mente em Movimento”. O objetivo é promover o conhecimento e sensibilizar para as demências em geral, e em particular das raras.

Até a edição de este ano a Roche já apoiou com as Bolsas de Cidadania 15 projetos, num valor total de 135 mil euros, em área tão diversas como Diabetes, Oncologia Pediátrica, Hemofilia, Doenças Raras, entre outras.

As seis bolsas que a Roche atribui destinam-se a financiar projetos e ideias capazes de fomentar a participação dos cidadãos e dos doentes nos processos de decisão em saúde, de informar os doentes dos seus direitos de acesso à informação e ao envolvimento nas decisões individuais de tratamento.

Com as Bolsas a Roche valoriza projetos que abordem a temática do cancro, doença de Alzheimer e outras demências, esclerose múltipla ou hemofilia.

As Bolsas de Cidadania Roche enquadram-se “na Política de Responsabilidade Social” da empresa farmacêutica e resultam “do compromisso em assumir um papel ativo na sociedade apoiando, de forma transparente, iniciativas inovadoras e orientadas para a missão de suporte ao doente.”

Os projetos premiados foram selecionados por um júri, que inclui a participação de: Maria de Belém Roseira, presidente da Comissão de Revisão da Lei de Bases da Saúde; Graça Freitas, Diretora-Geral da Saúde; Maria do Céu Machado, presidente do Infarmed; padre José Pereira de Almeida, coordenador nacional da Pastoral da Saúde; Henrique Luz Rodrigues, ex-presidente do Infarmed; Vera Lúcia Arreigoso, jornalista do Expresso; e Miguel Sanches, diretor Médico da Roche.

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