Teatro Carlos Alberto fecha novembro com três espetáculos da “A Turma”

Airbnb & Nuvens, Alma e Wake Up são os três espetáculos da companhia “A turma” em cena no Teatro Carlos Alberto de 26 e 29 de novembro.

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Teatro Carlos Alberto fecha novembro com três espetáculos da “A Turma”
Teatro Carlos Alberto fecha novembro com três espetáculos da “A Turma”. Foto: © TUNA

A companhia “A Turma” apresenta no palco do Teatro Carlos Alberto (TeCA), entre os dias 26 e 29 de novembro, três espetáculos. Na quinta-feira estreia Airbnb & Nuvens: uma rádio novela, espetáculo que conta com encenação de Manuel Tur e texto de Luísa Costa Gomes. A seguir a peça Alma, com assinatura de Tiago Correia, e ainda Wake Up, um monólogo que parte da obra Wake Up and Smell the Coffee, de Eric Bogosian, com cocriação de António Afonso Parra e Luís Araújo.

Airbnb & Nuvens: Uma sátira bem portuguesa na quinta e sexta-feira às 19h00

Num país sucessivamente confrontado com ameaças de crise e instabilidade económica, nesta “rádio novela” de Airbnb & Nuvens é apontado o dedo à “mania das grandezas” e à “miséria”, sempre presentes em Portugal. Não descurando o lado mais cómico e sarcástico, a peça explora um tempo de decadência e aumento do desemprego, deixando, ainda assim, espaço para a fé num “amanhã melhor”. O espetáculo, que tinha estreia prevista para dia 14 de novembro na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, viu a sua primeira apresentação adiada ao público, acontecendo agora no TeCA.

Alma: Ter esperança depois do caos no sábado e no domingo às 10h30

Pelas mãos de Tiago Correia, autor do texto e responsável pela encenação da peça, Alma aborda “a luz ao fundo do túnel nos momentos de incerteza”. O espetáculo, que se estreou em setembro deste ano, no Teatro Municipal da Guarda, tem como tema principal a adolescência, dentro de um universo pontuado pela solidão e a possibilidade de confiança na amizade e no amor. Foi distinguida com o Grande Prémio de Teatro Português SPA 2018.

Wake Up: um grito de ajuda nos dias 26 e 27 de novembro às 21h00

Partindo do texto de Eric Bogosian, o espetáculo resulta de um processo de reescrita, “adaptando-o a outros horizontes geográficos”. O monólogo, interpretado por António Afonso Parra – que é também cocriador da peça com Luís Araújo –, alerta para o descontrolo de informação existente atualmente e, principalmente, para a velocidade alarmante com que ela se espalha e dispersa, tornando os seres humanos mais distanciados entre si.

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