Condecoração de Joana Marques Vidal é “o reconhecimento de Portugal”

Joana Marques Vidal foi condecorada com Grã-Cruz da Ordem de Cristo. O Presidente da Republica referiu, hoje, que foi “o reconhecimento de Portugal pela forma como conduziu, em seis anos, muito difíceis”, o combate à criminalidade, sobretudo à “económica e à corrupção."

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Condecoração de Joana Marques Vidal é “o reconhecimento de Portugal”
Condecoração de Joana Marques Vidal é “o reconhecimento de Portugal”. Foto: Rosa Pinto/arquivo

Em declarações aos jornalistas o Presidente da Republica, Marcelo Rebelo de Sousa, referiu, hoje, à margem de um encontro entre portugueses e belgas e onde esteve o Rei dos Belgas, que condecorou, ontem, a antiga Procuradora Geral da Republica, Joana Marques Vidal, com a Grã-Cruz da Ordem de Cristo, dado que a mesma “fez um excelente trabalho.”

Marcelo Rebelo de Sousa acrescentou: “Não foi apenas um bom trabalho”, e “a condecoração não era mero formalismo, não era sequer apenas o testemunho do mérito que toda a instituição lhe reconhece e a admiração que têm os que trabalharam com ela, não é sequer, apenas, o apoio que tem de muitos setores da opinião pública” é “o reconhecimento de Portugal pela forma como conduziu, em seis anos, muito difíceis, nomeadamente o combate à criminalidade e dentro dela à criminalidade económica e à corrupção, e por tanto essa coragem e determinação.”

À condecoração “assistiram várias personalidades da vida política portuguesa”, incluindo o Primeiro-Ministro e o Presidente da Assembleia da República, numa cerimónia que não foi previamente divulgada na agenda da presidência, e que Marcelo Rebelo de Sousa esclareceu: “Normalmente não colocamos na agenda condecorações, foi assim com o Presidente do Supremo Tribunal de justiça, com o Provedor de Justiça, com as altas figuras do Estado.”

Sobre o momento da condecoração o Presidente explicou: “Eu comuniquei-lhe (a Joana Marques Vidal) que ia ser condecorada no momento em que estivemos” juntos, “por altura da nomeação da nova Procuradora Geral da República, e coloquei-lhe a questão. Quer mais tarde? Quer mais cedo? Quando é que poderia ser? E a preferência foi a seguir ao fim do mandato, o que foi respeitado.

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