COVID-19: Concelho de Ovar entra em quarentena

Evolução da propagação do coronavírus em OVAR, onde já existem confirmados mais de três dezenas de casos leva autoridade de saúde a colocar todo o concelho em quarentena. O Governo declara o estado de calamidade pública para o concelho.

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COVID-19: Concelho de Ovar entra em quarentena
COVID-19: Concelho de Ovar entra em quarentena

Número elevado de pessoas infetadas pelos coronavírus em Ovar leva autoridades de saúde a adotar medidas de contenção mais gravosas e coloca o concelho em quarentena.

Todas as empresas, oficinas, estabelecimentos comerciais e restaurantes são encerrados, mantêm-se abertas as empresas e os estabelecimentos essenciais, como supermercados e padarias, bancos, farmácias e postos de combustíveis. Assim, ficam interditas todas as atividades comerciais ou industriais no município, “exceto aquelas que são relativas ao setor alimentar”.

É estabelecido um cordão sanitário e ninguém pode sair ou entrar na área geográfica do concelho de Ovar. As estradas de acesso são cortadas pelas autoridades policiais e os comboios da linha do norte, nas estações no concelho deixam de receber e largar passageiros.

Governo declara a situação de calamidade no município de Ovar. A medida vai durar até 2 de abril de 2020, altura em que será reavaliada.

A Ministra da Saúde indicou que há atualmente 30 pessoas infetadas e mais 440 contactos em monitorização, no concelho de Ovar.

O Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita referiu que a situação de calamidade “significa a criação de uma cerca sanitária aplicável a todo o município e o estabelecimento de restrições, quer a atividades económicas, quer a circulação de pessoas dentro do município”.

O cordão sanitário apenas exclui das limitações de mobilidade os profissionais de saúde, forças de segurança ou de socorro, todos os restantes têm de se manter em casa, e não podem sair ou entrar no concelho. Assim, “fica vedada a saída dos residentes do concelho de Ovar e é vedado o acesso de todos ao município”.

O Ministro Eduardo Cabrita referiu que será assegurada “a manutenção de todos os serviços essenciais, designadamente hospitais, centros de saúde, estruturas das forças e serviços de segurança, estruturas de socorro, comunicações, abastecimento de água e energia”.

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