Estaleiros da Gabriel Couto em Cabo Delgado mantêm operacionalidade

Ataque terrorista em Cabo Delgado levou à retirada de todos os colaboradores da construtora Gabriel Couto a operar no local, para Pemba e de seguida para Maputo e outros locais. Os estaleiros da empresa não foram afetados.

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Estaleiros da Gabriel Couto em Cabo Delgado mantêm operacionalidade
Estaleiros da Gabriel Couto em Cabo Delgado mantêm operacionalidade

A construtora Gabriel Couto indica que os estaleiros de apoio ao projeto de gás em Palma, Cabo Delgado, Moçambique, mantêm operacionalidade depois de mais um ataque terrorista em Palma. Carlos Couto, CEO da construtora garante que ao contrário da informação veiculada, os estaleiros da empresa não foram destruídos.

A província de Cabo Delgado tem vindo a sofrer ataques de grupos armados que têm provocado mais de três centenas de mortes na população local e levou a mais de seis centenas de milhares de pessoas a abandonar as suas casas numa fuga para locais mais seguros nomeadamente Pemba.

Em comunicado a Gabriel Couto indica que os seus estaleiros encontram-se no interior da DUAT (zonas de reassentamento com Direito de Uso e Aproveitamento de Terra), neste caso, no perímetro da intervenção do projeto de gás, onde se encontram os estaleiros da Total e das principais empresas que colaboram no projeto de exploração de gás natural.

Carlos Couto explica que “estas instalações estão guardadas pelo exército de Moçambique, pela segurança privada da Total e dos diferentes operadores”, e que “nesta área específica nunca ocorreu qualquer ataque”.

O responsável da construtora indica que todos os colaboradores da Gabriel Couto, estrangeiros e nacionais, após o ataque terrorista da ​última semana, foram retirados inicialmente para Pemba, por via marítima”, e que “os colaboradores não moçambicanos seguiram depois para Maputo, enquanto os nacionais foram conduzidos aos diversos lugares de origem, “onde já se encontram em segurança junto dos seus familiares”.

A construtora minhota Gabriel Couto encontra-se presente no projeto Moçambicano desde a primeira hora, onde foi responsável pela execução do aeródromo, incluindo a pista e todas as instalações de apoio (aerogare, fire-station, etc), bem como algumas das plataformas para a futura fábrica de processamento de gás.

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