Para além de satisfazerem as necessidades internas em gás natural no inverno, os EUA atuam como fornecedor confiável de gás natural liquefeito (GNL) durante todo o ano, e fortalecem segurança energética global quando a procura aumenta, inclusive nos meses de inverno.
Atualmente, os EUA já são o maior exportador mundial de GNL, e devem duplicar a capacidade de produção de GNL até 2029. Os EUA exportam GNL, que é utilizado para geração de eletricidade, produção industrial e aquecimento residencial, para 43 países.
“Estamos prontos para fornecer a qualquer país suprimentos de energia abundantes e acessíveis, se necessário”, disse, em setembro, na Assembleia Geral das nações Unidas, o Presidente Donald Trump e acrescentou: “Estamos a exportar energia com orgulho para todo o mundo.”
Em cada um dos primeiros nove meses de 2025, os volumes de exportação de GNL dos EUA superaram os do mesmo mês do ano anterior. Em setembro, as exportações de GNL dos EUA ultrapassaram 424.75 milhões de metros cúbicos por dia, um aumento de 25% em relação a setembro de 2024.
Os produtores americanos estão a expandir drasticamente a capacidade de GNL que ao contrário do gás natural que é transportado por gasodutos, pode ser transportado por navios-tanque, o que expande as oportunidades de exportação. Com novas instalações a entrar em operação, os exportadores americanos planeiam duplicar a capacidade de liquefação, adicionando cerca de 393.61 milhões de metros cúbicos, por dia, entre 2025 e 2029, de acordo com a U.S. Energy Information Administration.
O aumento da capacidade de liquefação nos Estados Unidos está a impulsionar um aumento nas exportações para toda a região. O Canadá e o México planeiam expandir a capacidade de liquefação em 70.79 milhões de metros cúbicos por dia e 17 milhões de metros cúbicos por dia respetivamente, nos próximos anos.














