Governo aprova estratégia ‘Horizonte 2026’ para dinamizar atividade portuária

Investimentos de 2,5 mil milhões de euros para ampliação e construção de novo terminal de contentores no porto de Sines e novos terminais em Lisboa e Leixões, fazem parte da estratégia ‘Horizonte 2026’ do Governo para os portos comerciais.

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Porto de Lisboa
Porto de Lisboa. Foto: Rosa Pinto

Governo aprovou, em conselho de ministros de 16 de novembro, a estratégia ‘Horizonte 2026’ para o aumento da competitividade da rede de portos comerciais do continente.

Em comunicado, o Governo indicou que a estratégia ‘Horizonte 2026’ terá “um impacto significativo para o crescimento da economia e para o emprego através da criação de novos postos de trabalho, da criação de atividades de valor acrescentado aceleradoras de negócios, do aumento da carga movimentada, da sustentabilidade da utilização do transporte marítimo pela promoção de combustíveis alternativos e da dinamização do turismo”.

A Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, referiu, no final do conselho de ministros, que “está estimado um investimento, nos próximos dez anos, de 2,5 mil milhões de euros”, um montante em que “se prevê que 83% seja investimento privado”, e que para “os vários investimentos previstos já existem manifestações de interesse de vários grupos privados nacionais e internacionais.”

Ana Paula Vitorino assinalou que entre os grandes projetos considerados no programa ‘Horizonte 2026’ está “a ampliação do atual terminal, mas também a construção de um novo terminal de contentores, no porto de Sines”, bem como, “ um novo terminal em Leixões e um novo terminal em Lisboa, para além de várias intervenções de menor calibre noutros portos nacionais.”

A estratégia agora aprovada em conselho de ministros, “vai também aumentar aquilo que é a eficiência dos portos, nomeadamente através da extensão da janela única portuária para a janela única logística, ou seja, evitando burocracias e evitando perdas de tempo” indicou a ministra, e concluiu: “Prevê-se que seja um gerador de mais-valias pois são investimentos muito elevados e também se prevê a criação de cerca de 12 mil empregos diretos.”

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