Guterres: “Confrontação no Golfo teria consequências imprevisíveis”

“O mundo de hoje não pode suportar uma confrontação no Golfo que teria consequências imprevisíveis” referiu, em Lisboa, António Guterres, Secretário-Geral das Nações Unidas.

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Guterres: “Confrontação no Golfo teria consequências imprevisíveis”
Guterres: “Confrontação no Golfo teria consequências imprevisíveis”. Foto: © TVEuropa

“Neste momento nós vivemos no Golfo uma situação de grande tensão”, disse António Guterres, Secretário-Geral das Nações Unidas, hoje, em lisboa, em declarações aos jornalistas à margem da Conferencia Mundial de Responsáveis pela Juventude, onde participou.

“Disse há dois dias que é necessário que todos tenham nervos de aço. É obsolutamente indispensável evitar qualquer escalada e há uma coisa que o mundo de hoje não pode suportar uma confrontação no Golfo que teria consequências imprevisíveis”, acrescentou António Guterres.

Depois da decisão do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de retirar o país do acordo nuclear assinado em 2015 com o Irão, em conjunto com o Reino Unido, França, Alemanha, Rússia e China, os EUA têm vindo a utilizar a sua influência e poder económico para impor sanções ao Irão.

Acidentes com dois petroleiros, que os EUA indicam ser obra do Irão, mas que este declara nada ter a ver com o mesmo, e o abate, pelos iranianos, de um drone norte-americano que o Irão indica ter violado o espaço aéreo do país e os EUA a referirem que o drone se encontrava em espaço internacional, estão a levar a um aumento extremo de tensão.

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