A Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou que 12 médicos, paramédicos e enfermeiros foram mortos num ataque na noite de 13 de março de 2026, no centro de saúde de Bourj Qalaouiyeh, no sul do Líbano, e poucas horas antes, dois paramédicos perderam a vida em ataques a uma unidade de saúde em Al Sowana, referiu em declaração Tedros Ghebreyesus, Diretor-Geral da OMS.
Para o responsável da OMS, estas mortes realçam “o ataque contínuo ao sistema de saúde do Líbano, que é crucial para as populações que serve”. Dados da OMS indicam desde 2 de março, houve 27 ataques a serviços de saúde no Líbano, e que dos ataques resultaram 30 mortos e 35 feridos, incluindo os terríveis acontecimentos de 13 de março.
Tedros Ghebreyesus reforçou que “a OMS condena esta trágica perda de vidas e sublinha que os profissionais de saúde devem ser sempre protegidos”, e que “de acordo com o direito internacional humanitário, o pessoal e as instalações médicas nunca devem ser atacados ou militarizados.”
“A intensificação do conflito no Líbano e no Médio Oriente em geral aumenta a probabilidade de tais tragédias. É necessária uma ação urgente para reduzir a escalada da crise e proteger a saúde das pessoas em toda a região”, afirmou o Diretor-Geral da OMS.














