Seis empresas portuguesas ganham financiamento do Horizonte 2020 da CE

As empresas portuguesas Winegrid, Nuada, MyDidimo, Sound Particles, Pro Drone e Cleverly, estão entre as 83 PME e startups que vão receber financiamento da Comissão Europeia, pelo programa Horizonte 2020.

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Seis empresas portuguesas ganham financiamento do Horizonte 2020 da CE
Seis empresas portuguesas ganham financiamento do Horizonte 2020 da CE. Foto: © Rosa Pinto

A Comissão Europeia anunciou hoje a atribuição de 149 milhões de euros para financiar 83 PME e startups. Estas empresas vão receber apoio financeiro e técnico no âmbito do projeto-piloto Acelerador do Conselho Europeu da Inovação (CEI).

Entre as 83 empresas estão seis empresas portuguesas que estão a desenvolver inovações disruptivas: Winegrid, Nuada, MyDidimo, Sound Particles, Pro Drone e Cleverly.

Winegrid, de Aveiro, utiliza a inteligência artificial num sistema de sensores de fibra ótica para a monitorização em tempo real das propriedades do vinho durante a vinificação. Receberá 1,59 milhões de euros de financiamento

Nuada, de Braga, desenvolveu uma luva eletrónica inteligente que permite levantar pesos até 40 kg protegendo as mãos do utilizador através de um sistema de tendões artificiais. Destina-se tanto a idosos ou vítimas de AVC como a trabalhadores em atividades pesadas (linhas de montagem, construção civil, etc.). Receberá 1,7 milhões de euros de financiamento.

MyDidimo, da Leça da Palmeira, Porto, transforma fotografias em humanos tridimensionais digitais (os «didimos») com múltiplas aplicações em linha, por exemplo para vermos se a roupa que compramos na Internet nos fica bem. Receberá 1,8 milhões de euros de financiamento.

Sound Particles, de Leiria, desenvolveu um software para áudio em 3D, com múltiplas aplicações em cinema, jogos de vídeo e música. Receberá 1,2 milhões de euros de financiamento.

Pro Drone, de Lisboa, criou um drone capaz de simplificar as operações de inspeção de turbinas eólicas. Receberá 1,3 milhões de euros de financiamento.

Cleverly, de Lisboa, desenvolveu o COALA, um software baseado em inteligência artificial para responder a chamadas telefónicas em serviços de apoio a clientes, resultando em ganhos de eficácia e redução de custos para as empresas. Receberá 1,5 milhões de euros de financiamento.

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