Sindicatos dos professores reagem à não aprovação do tempo de serviço na AR

Sindicato Independente dos Professores e Educadores reúne dia 13 de maio para decidir medidas a adotar na sequência da não aprovação na Assembleia da República do diploma que previa a recuperação integral do período de congelamento das carreiras dos professores.

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Sindicatos dos professores reagem à não aprovação do tempo de serviço na AR
Sindicatos dos professores reagem à não aprovação do tempo de serviço na AR. Foto:© Rosa Pinto

O Sindicato Independente dos Professores e EducadoresSIPE indica em comunicado que em face da “votação que decorreu hoje, sexta-feira, 10 de maio, na Assembleia da República, que chumbou o diploma que previa a recuperação integral do período de congelamento das carreiras dos professores” vai reunir a sua Direção Nacional na próxima segunda-feira, 13 de maio, para decidir as próximas medidas a tomar.

O SIPE considera que o que se tem assistido nos últimos dias, e que culminou com a votação de hoje, “é um infeliz exemplo de como se pode usar da falta de transparência e rigor para condicionar a opinião pública, e até fazer jogos políticos de forma a condicionar a classe política, que assim crê conseguir melhores resultados eleitorais, supostamente defendendo os interesses dos portugueses, mas que assim presta um péssimo serviço ao País”.

“Os professores são portugueses, são pais e são cidadãos, e defendem a sua carreira profissional sempre com vista a oferecer, nas melhores condições, um ensino de qualidade às crianças e jovens, sem pôr em causa o seu futuro e o das suas famílias. Os professores não são irresponsáveis”, pelo que o SIPE indica que “esteve desde cedo envolvido neste processo de recuperação do tempo de serviço congelado, de forma responsável e consciente de todo o seu impacto, com a convicção de que é uma causa justa, tal como esteve no esforço que todos fizemos o nosso papel na recuperação da situação económica de Portugal”.

No entender do SIPE “o Governo nunca teve intenção de cumprir os seus compromissos e adotou uma atitude de intransigência e falta de transparência, que mantém até hoje, quando recusa clarificar, junto da opinião pública, as contas que fez, ou quando não é verdadeiro, ao afirmar que esteve disponível para negociar com os professores, quando isso não aconteceu”.

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