O Conselho da União Europeia prorrogou por mais 36 meses, até 22 de setembro de 2029, as medidas restritivas dirigidas aos responsáveis “por minar ou ameaçar a integridade territorial, a soberania e a independência da Ucrânia”.
As medidas restritivas ou sanções são atualmente aplicadas a mais de 3.000 indivíduos e entidades. As medidas incluem restrições de viagem para particulares, congelamento de bens e proibição de disponibilizar fundos ou outros recursos económicos aos indivíduos e entidades sob as respetivas sanções.
Em relação à lista dos indivíduos e entidades sob sanções o Conselho da União Europeia retirou da lista três indivíduos e uma entidade. Também retirou da lista três indivíduos por entretanto terem morrido.
O Conselho da União Europeia justifica as sanções contra a Rússia “com o objetivo de restringir a sua capacidade de travar guerras, enfraquecendo significativamente a base económica da Rússia e limitando as suas receitas energéticas, privando-a de tecnologias e mercados críticos e visando o seu complexo militar-industrial”.















