Comissária Marianne Thyssen faz balanço no Dia Internacional do Trabalhador

Garantia dos trabalhadores à segurança social, igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, mobilidade laboral e proteção contra produtos químicos cancerígenos são algumas das medidas adotadas na União Europeia.

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Comissária Europeia Marianne Thyssen
Comissária Europeia Marianne Thyssen . Foto: © UE

“Amanhã, comemoramos o Dia Internacional do Trabalhador, também conhecido como Dia do Trabalho. Este ano, parece-nos particularmente oportuno fazer um balanço retrospetivo, ao mesmo tempo que lançamos um olhar para o futuro”, declarou Marianne Thyssen, Comissária Europeia.

Sobre o trabalho da Comissão Europeia e a propósito do Dia 1º de Maio, a Comissária referiu: “Com a adoção de novas regras em matéria de condições de trabalho transparentes e previsíveis, reforçámos a proteção dos trabalhadores mais vulneráveis no mundo do trabalho de hoje, especialmente os que exercem a respetiva atividade ao abrigo de contratos de emprego atípicos. Além disso, tomámos medidas para garantir que todos os trabalhadores estão suficientemente cobertos por regimes de segurança social e protegidos contra a incerteza económica, independentemente do seu estatuto profissional.”

“As novas regras da União Europeia (UE) em matéria de conciliação entre a vida profissional e a vida privada ajudarão os progenitores e os cuidadores que exercem uma atividade profissional a conciliá-la com as suas responsabilidades familiares, tendo por base o princípio da igualdade de oportunidades entre homens e mulheres” declarou Marianne Thyssen.

A Comissária indicou que “a nova Autoridade Europeia do Trabalho favorecerá uma mobilidade laboral justa na UE, tanto para os trabalhadores transfronteiriços como para as respetivas empresas”.

No domínio da saúde “a UE aumentou a proteção contra vários produtos químicos cancerígenos no local de trabalho. Importa ainda salientar que mais de 80 milhões de pessoas com deficiência beneficiarão de um acesso mais fácil a produtos e serviços essenciais, tais como telefones, computadores, livros eletrónicos e comércio eletrónico, graças à nova lei europeia em matéria de deficiência.”

“Para construir a Europa Social que queremos, é necessário que as instituições da UE, os Estados-Membros e os parceiros sociais, no âmbito das respetivas competências e com os instrumentos de que dispõem, trabalhem lado a lado” concluiu a Comissária.

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