Lisboa finalista ao prémio ‘Capital Verde Europeia 2019’

Lisboa está entre as cinco cidades nomeadas ao Prémio Capital Verde Europeia de 2019. É a primeira vez que uma capital do sul da Europa é selecionada pela Comissão Europeia.

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Cidade de Lisboa
Cidade de Lisboa. Foto: Rosa Pinto

A Comissão Europeia anunciou hoje, 5 de abril, a lista de capitais europeias finalistas ao prémio Cidade Verde Europeia de 2019. Da lista fazem parte Lisboa, Ghent, na Bélgica, Lahti, na Finlândia, Oslo, na Noruega e Taline, na Estónia.

A nomeação resulta da avaliação técnica de um júri, assente em doze parâmetros ambientais que são pré definidos para candidatura, e incluem:

atenuação das alterações climáticas e adaptação aos seus efeitos;
transportes locais;
zonas verdes urbanas que integram uma utilização sustentável do solo;
natureza e biodiversidade;
qualidade do ar ambiente;
qualidade do ambiente acústico;
produção e gestão de resíduos;
gestão da água;
tratamento de águas residuais;
eco inovação e emprego sustentável;
eficiência energética;
gestão ambiental integrada.

Para a Câmara Municipal de Lisboa, “o facto de ser finalista já é por si só uma distinção; Lisboa vai tentar vencer o Prémio de Cidade Verde da Europa”, dado que “nos últimos anos a cidade tem vindo a melhorar substancialmente em todos os parâmetros ambientais: infraestrutura verde, água, energia, mobilidade, qualidade do espaço público e resíduos”.

O prémio pretende incentivar as cidades a inspirarem-se mutuamente e a partilharem as melhores práticas, ao mesmo tempo que se envolvem numa concorrência amigável.

Karmenu Vella, comissário europeu para o Ambiente, Assuntos Marítimos e Pescas, citado em comunicado, referiu que “dois terços dos europeus vivem em cidades. Sua saúde e bem-estar dependem de como as autoridades municipais enfrentam os desafios ambientais”.

“Os prémios Europeus de Capital Verde Europeia reconhecem os esforços notáveis de cidades amigas do ambiente e por isso estou muito satisfeito por ver as cidades de toda a União Europeia a prepararem-se mostrar o seu progresso em direção a um futuro mais verde. Os vencedores até agora são modelos e inspiram outras cidades a tornar seus espaços urbanos sustentáveis e, em última instância, lugares mais agradáveis para viver, trabalhar e brincar”, afirmou o comissário.

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