Vacina COVID-19 da Moderna gera anticorpos persistentes 6 meses após segunda dose

Estudo mostra que pessoas que tomam a segunda dose da vacina COVID-19 da Moderna apresentam de forma persistente anticorpos passados seis meses.

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Vacina COVID-19 da Moderna gera anticorpos persistentes 6 meses após segunda dose
Vacina COVID-19 da Moderna gera anticorpos persistentes 6 meses após segunda dose

A empresa de biotecnologia Moderna destaca que os resultados de um estudo publicado hoje no “New England Journal of Medicine” indica que as pessoas apresentam persistentes anticorpos passados 6 meses após a toma da segunda dose da sua vacina contra a COVID-19.

“Estamos satisfeitos com estes novos dados que mostram a persistência de anticorpos após 6 meses da segunda dose da nossa vacina COVID-19”, disse Stéphane Bancel, CEO da Moderna. “Isto dá-nos mais confiança na proteção proporcionada pela nossa vacina COVID-19. Continuamos empenhados em continuar a abordar a pandemia COVID-19”, concluiu o responsável da biotecnológica.

O estudo sobre a vacina COVID-19 da Moderna analisou 33 participantes adultos saudáveis que tomaram ​​a vacina, 6 meses após a segunda dose de 100 μg, ou seja no dia 209. Três testes sorológicos distintos mostraram que os anticorpos produzidos pela vacina Moderna COVID-19 persistiram durante 6 meses após a segunda dose. A deterioração do anticorpo foi estimada usando duas abordagens e foi consistente com as observações publicadas de pacientes convalescentes com COVID-19 durante 8 meses após o início dos sintomas.

Estudos que fazem a monitorização das respostas imunológicas para além de 6 meses estão em curso, indica a Moderna. A empresa Moderna também está à procura de uma estratégia de desenvolvimento clínico contra novas variantes do coronavírus que causa a COVID-19, e já está a decorrer um ensaio clínico de Fase 1 para avaliar as vacinas modificadas monovalentes e multivalentes de mRNA-1273.

A vacina COVID-19 da Moderna

A vacina COVID-19 da Moderna é uma vacina de mRNA contra COVID-19 que codifica para uma forma estabilizada de pré-fusão da proteína Spike (S). A vacina foi codesenvolvida pela Moderna e por investigadores do Centro de Investigação de Vacinas do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infeciosas (NIAID, na sigla em inglês).

Atualmente a vacina COVID-19 da Moderna possui autorização de uso emergencial para indivíduos com 18 anos de idade ou mais, nos EUA, Canadá, Israel, a União Europeia, Reino Unido, Suíça, Singapura e Qatar.

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