
Em comunicado, o Ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino López, refere que “as Forças Armadas Nacionais rejeitam categoricamente o sequestro covarde do cidadão Nicolás Maduro, Presidente Constitucional da República Bolivariana da Venezuela, nosso comandante-em-chefe, bem como de sua esposa, a primeira-dama, Dra. Cilia Flores de Maduro. Este crime foi cometido no sábado, 3 de janeiro de 2026, após o assassinato a sangue frio de grande parte de sua equipa de segurança, soldados e civis inocentes”.













