O aumento das ações militares no Líbano e o seu grave impacto na população civil, com deslocações em grande escala, sofrimento e perda de vidas, é descrito por ser de grande preocupação pelo Conselho Europeu. A população civil e as infraestruturas civis devem ser protegidas, e respeitado o pelo direito internacional, incluindo o direito internacional humanitário.
A União Europeia assume que continuará ao lado do Líbano, das suas autoridades e do seu povo, e recorrerá às suas reservas de emergência para prestar assistência à população civil afetada. Continuará a apoiar a soberania e a integridade territorial do Estado libanês e os seus esforços de consolidação do Estado.
Mas Conselho Europeu condenou veementemente a decisão do Hezbolá de atacar Israel em apoio ao Irão e insta o Hezbolá a cessar imediatamente os ataques. O Conselho Europeu considerou a decisão das autoridades libanesas de proibir as atividades militares do Hezbolá e apoia os esforços das autoridades para reforçar as Forças Armadas libanesas, para o controlo de todo o território libanês.
O Conselho Europeu também apelou a Israel para que se abstenha de uma nova escalada através de operações aéreas ou terrestres e respeite a soberania e a integridade territorial do Líbano, e reafirmou o apoio à Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL), que desempenha um papel fundamental de estabilização, e condenou “os ataques inaceitáveis contra membros da FINUL e apela a que seja efetuada uma investigação exaustiva.”














