No momento em que a Coligação dos Dispostos prepara exercícios militares para simular o envio da força para a Ucrânia, o tenente-general Tom Bateman, do Reino Unido, assume o comando da Força Multinacional, que após o fim das atuais das hostilidades será enviada para a Ucrânia.
O tenente-general Tom Bateman assumiu o comando em cerimónia que ocorreu no Quartel-General de Operações da Força em Paris substituindo o homologo francês. O Primeiro-Ministro inglês reafirmou o compromisso inabalável da Grã-Bretanha com a Ucrânia e a liderança, juntamente com a França, da Coligação dos Dispostos.
O Reino Unido, a França e outros líderes da Coligação dos Dispostos confirmaram que a Força militar irá realizar exercícios nos próximos meses para demonstrar a capacidade de ação após um cessar-fogo na Ucrânia.
“A linha de frente na Ucrânia é a linha de frente pela nossa liberdade e democracia. O nosso compromisso em apoiar a Ucrânia — tanto na luta atual quanto na preparação para garantir a paz que desejamos — permanece firme e não vacilará. Temos orgulho de assumir o comando desta força multinacional, o que demonstra o papel de liderança que continuaremos a desempenhar no apoio aos nossos amigos ucranianos”, afirmou Wes Streeting, Ministro da Defesa do Britânico.
Sobre o Tenente-General Tom Bateman, o Ministro da Defesa referiu que se trata de “um oficial distinto que já demonstrou liderança militar ao nível nacional e internacional”, e que a nomeação para o comando “ajudará a fortalecer os nossos esforços para apoiar a segurança futura da Ucrânia.”
Os objetivos principais da Força Multinacional para a Ucrânia são a regeneração e a tranquilização. Uma força que fortalecerá as Forças Armadas da Ucrânia, fornecendo treinamento e reabastecendo equipamentos, colocando as tropas na melhor posição possível para deter novas agressões russas.
Como indica o Ministério da Defesa do Reino Unido as patrulhas da Força Multinacional para a Ucrânia “nos céus e mares darão à Ucrânia a segurança necessária para restabelecer o tráfego aéreo comercial, reconstruir uma economia próspera e atrair investimentos internacionais.”















