Reforçado o policiamento em zonas turísticas de Lisboa

Reforçado o policiamento em zonas turísticas de Lisboa
Reforçado o policiamento em zonas turísticas de Lisboa

Como tem vindo a ser noticiado a ocorrência de tiros na zona da Baixa de Lisboa levou que uma pessoa – turista suíça – tenha sido ferida e levada para hospital, na segunda-feira, 10 de agosto. Um dos alegados envolvidos nos tiros foi rapidamente identificado e detido pela Policia de Segurança Pública (PSP).

O Ministério da Administração Interna (MAI) refere em comunicado que a identificação e detenção do alegado envolvido “constitui um resultado importante da atuação policial”, e que “prosseguem as diligências destinadas ao integral esclarecimento dos factos e ao apuramento de todas as responsabilidades, estando a investigação a cargo da Polícia Judiciária.”

Em face da ocorrência, o MAI deu conta que “o Ministro da Administração Interna manteve contactos com a Direção Nacional da Polícia de Segurança Pública, o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP e o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa.”

O MAI esclareceu que desde junho de 2026 que a PSP, através de elementos do Corpo de Intervenção, reforçou a presença e a visibilidade policial na Baixa e noutras zonas de elevada concentração turística de Lisboa. Uma maior presença de agentes que, no entender do MAI “contribuiu também para uma resposta mais rápida à ocorrência registada na segunda-feira.”

Um reforço da PSP que, refere o MAI, “será mantido e ajustado em função da avaliação permanente da situação, dos locais, horários e fenómenos criminais identificados, garantindo uma presença policial visível e capacidade de intervenção nas zonas de maior concentração de residentes e turistas.”

Também a Câmara Municipal de Lisboa irá reforçar, através da Polícia Municipal e dos serviços competentes, “a fiscalização das atividades comerciais ilícitas e irregulares nestas zonas, designadamente das que contribuem para a degradação e utilização indevida do espaço público.”

O MAI refere ainda no comunicado que “será ainda aprofundada a avaliação da realidade criminal nestas áreas, dos fenómenos associados e da eficácia dos instrumentos atualmente disponíveis para lhes dar resposta.”

Considerado pelo MAI “uma situação pontual, o recurso a armas de fogo em plena via pública, numa das zonas de maior concentração de residentes e turistas da cidade, exige uma resposta firme”, que leva a que o Governo, as forças de segurança e o município estejam “a trabalhar de forma articulada para garantir a segurança de quem vive, trabalha e visita Lisboa.”