Duarte Soares é o novo presidente Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos

Duarte Soares foi eleito para presidir à Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos para o período de 2018 a 2020. A nova presidência definiu como vetores estratégicos: a capacitação dos profissionais, a investigação, e a sensibilização e defesa dos doentes.

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Duarte Soares é o novo presidente Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos
Duarte Soares é o novo presidente Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos. Foto: DR

A nova direção da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos eleita para o período de 2018 a 2020, é presidida por Duarte Soares e tem como vice-presidente Ana Lacerda.

Para a nova direção vai ser dada continuidade à missão e aos objetivos da Associação e vão ser criados “novos projetos para a divulgação e promoção dos cuidados paliativos em Portugal.”

Duarte Soares referiu, citado em comunicado: “Comprometemo-nos a honrar os profissionais, valorizar os investigadores e sobretudo defender os doentes, cuidadores e respetivas famílias”, e para isso, “ambicionamos criar consensos, estabelecer pontes de entendimento, defender os princípios fundamentais dos Cuidados Paliativos no nosso país e, acima de tudo, agregar todos os que, de forma construtiva, queiram participar no futuro de todos nós.”

A nova direção definiu, para o seu mandato, quatro vetores estratégicos de orientação.

Capacitação dos profissionais de Cuidados Paliativos, pois considera ser necessário maiores e melhores condições de trabalho para os que, diariamente, se dedicam aos Doentes, Cuidadores e respetivas famílias. E a primeira prioridade passa por sensibilizar os decisores para o urgente reforço de recursos humanos.

Conhecimento e Investigação devem ser reforçados em torno dos Cuidados Paliativos . Um vetor que é considerado um veículo para promover a capacitação dos profissionais e a melhoria dos cuidados prestados. Neste domínio vão ser criadas “pontes de diálogo, participação e entreajuda, revigorando o papel da Associação como plataforma de trabalho aberta e comum”, indica a nova direção em comunicado.

Sensibilização da população, para isso a proposta passa alertar “os diversos públicos para a necessidade de reconhecer os Cuidados Paliativos como desígnio nacional urgente de saúde pública, prioritário na estratégia de cuidados de saúde e apoio social, tanto na esfera pública como privada, agregando todos e quaisquer parceiros que dele queiram e devam fazer parte”.

Defesa dos interesses dos Doentes, Cuidadores e Famílias, reforçando o papel da Associação “como instituição chave na advocacia dos direitos de todos e cada um dos nossos concidadãos.”

Duarte Soares concluiu: “Olhando para o percurso realizado até hoje, trabalharemos para que o próximo triénio seja ainda de maior diálogo e sucesso para todos os que fazem dos Cuidados Paliativos a sua arte, o seu saber e a sua missão, agora e no futuro.”

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