Líderes do G7 afirmam em declaração conjunta apoiar a Ucrânia na defesa da integridade territorial

Líderes do G7 afirmam em declaração conjunta apoiar a Ucrânia na defesa da integridade territorial
Líderes do G7 afirmam em declaração conjunta apoiar a Ucrânia na defesa da integridade territorial. Foto: © UE

Os líderes do G7 – Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, que também inclui a União Europeia, numa declaração conjunta, quando se assinala o quarto aniversário da nova invasão russa da Ucrânia em 2022, reafirmam “o apoio inabalável à Ucrânia na defesa da sua integridade territorial e direito à existência, bem como da sua liberdade, soberania e independência.”

Na declaração, os líderes manifestam “apoio contínuo aos esforços do Presidente Trump”, por iniciar um processo de paz e levar as partes a negociações diretas. “A Europa tem um papel de liderança a desempenhar neste processo, juntamente com outros parceiros” refere a declaração do G7.

Os compromissos assumidos pela Coligação dos Dispostos em fornecer garantias de segurança robustas e fiáveis ​​à Ucrânia recebem apoio do G7, que reconhece que “só a Ucrânia e a Rússia, trabalhando em conjunto em negociações de boa-fé, podem chegar a um acordo de paz.”

A União Europeia bem como outros parceiros têm vindo a prestar apoio financeiro e em espécie substancial à Ucrânia, para ajudar o país a ultrapassar este Inverno, refere a declaração, e acrescenta que “nas últimas semanas, foram mobilizadas capacidades adicionais substanciais de produção de energia, juntamente com outros equipamentos essenciais, incluindo o envio de mais de 2.500 geradores e outros equipamentos indispensáveis, como transformadores, turbinas, unidades de cogeração, caldeiras e equipamentos de reparação, dos países do G7 para Kiev desde janeiro.”

O G7 lembra que “foram feitas novas promessas de donativos no valor de mais de 500 milhões de euros ao Fundo de Apoio à Energia da Ucrânia para a aquisição de equipamento destinado à reparação e proteção do sistema energético ucraniano”. Assumindo que “um sistema energético resiliente e robusto será fundamental para o próximo inverno e para a recuperação do país.”

Os lideres, na sua declaração conjunta, comprometem-se “a trabalhar em estreita colaboração para garantir a segurança nuclear, incluindo com o Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento e com a Ucrânia, para promover a angariação de fundos para a reabilitação, o mais rapidamente possível, do arco de contenção de Chernobyl e para prevenir qualquer incidente radiológico que possa ter graves consequências humanitárias e ambientais para todo o continente.”

A declaração conclui afirmando o apoio a “iniciativas que visam garantir o regresso imediato, seguro e incondicional das crianças ucranianas às suas famílias e comunidades, e elogiamos o trabalho da Coligação Internacional para o Regresso das Crianças Ucranianas.”