
Dados do Eurostat indicam que em 31 de julho de 2026, havia na União Europeia (UE) um total de 4,43 milhões de cidadãos, não pertencentes à UE que fugiram da Ucrânia, com estatuto de proteção temporária. Um número que teve um aumento em relação ao mês anterior, junho de 2026, em 19 945, ou seja mais 0,5%.
Os países da UE que acolheram o maior número de beneficiários de proteção temporária provenientes da Ucrânia foram a Alemanha, com 1.290.225 pessoas; 29,1% do total da UE, a Polónia, com 953.060; 21,5%, e a República Checa com 395.225; 8,9%. Portugal serão 68.415, um número superior a França com 48.865 ou a Itália com 53.975.
Em comparação com o final de junho de 2026, o número de pessoas sob proteção temporária aumentou em 23 dos 26 países da UE com dados disponíveis, com os 3 maiores aumentos absolutos observados na República Checa, com mais 4.415; Roménia com mais 4.055 e Alemanha com mais 3.995. Os 3 países que registaram diminuições foram a Polónia com menos 8.110; a França com menos 475 e o Chipre com menos 110.
As maiores proporções de beneficiários de proteção temporária por mil habitantes foram observadas na República Checa com 36,2, na Eslováquia com 27,5 e no Chipre com 26,7, em comparação com 9,8 a nível da UE.
Em 31 de julho de 2026, os cidadãos ucranianos representavam mais de 98,5% dos beneficiários de proteção temporária na UE. As mulheres adultas constituíam 43,4% do total, os homens adultos 27,1% e os menores quase um terço com 29,4% de todos os beneficiários.
Em 13 de junho de 2025, o Conselho Europeu adotou a decisão de prorrogar a proteção temporária para os ucranianos de 4 de março de 2026 para 4 de março de 2027.














