23 Outubro 2021

Tag: Doenças Raras

Diagnóstico de Fibrose Pulmonar Idiopática pode demorar até 24 meses

Diagnóstico de Fibrose Pulmonar Idiopática pode demorar até 24 meses

Sintomas comuns a outras doenças e desvalorização dos mesmos por parte do doente comprometem o diagnóstico de Fibrose Pulmonar Idiopática. Setembro é o mês de sensibilização para esta doença rara que não tem cura.
Terapia inovadora usada em criança com anemia aplástica grave

Terapia inovadora usada em criança com anemia aplástica grave

Médicos no Instituto Português de Oncologia de Lisboa recorreram, pela primeira vez, ao sangue do Cordão Umbilical de uma criança para o tratamento desta a uma anemia aplástica grave. A criança portuguesa de 4 anos apresenta atualmente remissão da doença.
Neuropatia ótica hereditária de Leber não tem diagnóstico garantido

Neuropatia ótica hereditária de Leber não tem diagnóstico garantido

Perda rápida da visão central é o primeiro sinal de neuropatia ótica hereditária de Leber. Sérgio Estrela Silva, oftalmologista, descreve, neste seu artigo, que um dos problemas desta doença genética rara é falta de diagnóstico.
Rosália Ferreira, fundadora da Associação Portuguesa para as Doenças Congénitas da Glicosilação e outras Doenças Metabólicas Raras

Doenças congénitas da glicosilação: falta diagnóstico e tratamento

As doenças congénitas da glicosilação apresentam um conjunto de sintomas que dificulta, muitas vezes, o diagnóstico. Rosália Ferreira alerta, neste seu artigo, para a necessidade do diagnóstico e a necessidade de terapêutica.
Doentes de esclerodermia são esquecidos

Doentes de esclerodermia são esquecidos

Doentes de esclerodermia têm de consultar, em média, cinco médicos até ao diagnóstico, devido a falta de informação. Os doentes são discriminados no tratamento, pois a comparticipação do Estado não é igual a outras “semelhantes”.
Luís Brito Avô, Internista e Coordenador do NEDR

Doenças raras: o diagnóstico e os tratamentos

Cerca de 800 mil portugueses sofrem de doenças raras. Doentes enquadrados na Estratégia Integrada para as Doenças Raras, e que Luís Brito Avô indica, neste seu artigo, que cabe ao internista um papel fundamental na terapêutica.
Fibrose Pulmonar Idiopática tem uma sobrevivência média de três a cinco anos

Fibrose Pulmonar Idiopática tem uma sobrevivência média de três a cinco anos

O tempo de vida médio para um doente com Fibrose Pulmonar Idiopática é de três a cinco anos. Uma doença rara que afeta sobretudo pessoas com mais de 60 anos, de difícil diagnóstico mas necessário para que o tratamento possa ter maior sucesso.

Médicos pretendem discussão pública e política sobre doenças raras

Médicos discutem em simpósio a problemática das Doenças Raras e pretendem promover a discussão política e pública dessas doenças. Um dos objetivos é contribuir para uma visão e um sentido critico dos internistas em relação às estratégias do Governo para as Doenças Raras
Fibrose Pulmonar Idiopática com pouco diagnóstico e tardio

Fibrose Pulmonar Idiopática com pouco diagnóstico e tardio

Na semana da Fibrose Pulmonar Idiopática, António Morais, médico pneumologista, alerta para atrasos no diagnóstico da Fibrose Pulmonar Idiopática. O diagnóstico desta doença rara e sem cura, mas com algum tratamento, é um desafio para médicos e doentes.
Tampões menstruais podem causar síndrome do choque tóxico

Tampões menstruais podem causar síndrome do choque tóxico

Uso de tampão continua a estar associado a síndrome do choque tóxico menstrual, indica estudo de investigação agora divulgado. Os tampões favorecem o crescimento de estafilococos aureus, na vagina, e a produção de toxina de síndrome de choque tóxico.

Siga-nos nas redes sociais

DESTAQUE

MAIS LIDAS