
As sanções da União Europeia (UE) a cerca de 2.600 indivíduos e entidades da Rússia foram prorrogadas pelo Conselho da UE por mais seis meses, até 15 de setembro de 2026. Restrições que a EU justifica pelas entidades e indivíduos minarem ou ameaçarem a integridade territorial, a soberania e a independência da Ucrânia.
As medidas contra indivíduos e entidades incluem restrições de viagem para pessoas físicas, congelamento de ativos e proibição de lhes serem disponibilizados fundos ou outros recursos económicos. A decisão do Conselho da UE não renovou as restrições a duas pessoas e removeu das sanções cinco pessoas por já terem morrido.
A UE expandiu as sanções contra a Rússia com o objetivo de enfraquecer significativamente a base económica russa, privá-la de tecnologias e mercados críticos e restringir consideravelmente a capacidade de travar guerras. Entretanto, a UE assume que continuará a prestar, em coordenação com parceiros e aliados com ideias semelhantes, um apoio político, financeiro, económico, humanitário, militar e diplomático abrangente à Ucrânia.













